1. Depois de todos esses dias intensos em Belém, olhando tanto pela sua perspectiva pessoal quanto pelo olhar de quem representa a PepsiCo em uma agenda global tão estratégica, quais foram os principais insights que você leva da COP30? O que mais se destacou para você e qual é o seu balanço final do encontro?
2. A CEO da COP30, Ana Toni, declarou que o combate às mudanças climáticas deve ganhar celeridade, e isso só acontecerá com a ajuda do setor privado. Como você acredita que as empresas podem participar desse movimento e como a PepsiCo está trabalhando para isso?
3. Na PepsiCo, temas como ESG, diversidade e inclusão ocupam um lugar central na estratégia — não apenas como compromissos sociais, mas como elementos que impulsionam inovação e competitividade. Como essa visão tem orientado o trabalho de vocês? Pode compartilhar algum exemplo de como esses pilares têm contribuído para gerar valor no negócio?
4. A COP30 também trouxe anúncios importantes voltados à agricultura regenerativa, como o investimento da Rockefeller para fortalecer cadeias locais e conectar a produção sustentável à alimentação escolar. Diante desse movimento global e do ambiente regulatório favorável no Brasil, qual é a importância de ampliar iniciativas que impulsionem a agricultura regenerativa em escala, inclusive a partir do setor privado?
5. Ao longo do evento, ganhou força a ideia de que transformar os sistemas alimentares, da produção ao consumo, é essencial para reduzir emissões, garantir segurança alimentar e proteger a Amazônia. O Brasil tem políticas, biodiversidade e conhecimento para liderar essa agenda, mas o grande desafio continua sendo ganhar escala em práticas regenerativas e integrar a agricultura familiar às cadeias formais. O que você acredita que precisa acontecer agora, no pós-COP, para que essa transformação dos sistemas alimentares avance de forma concreta e se consolide como um legado do Brasil?