1. Inovação costuma ser associada a grandes avanços tecnológicos, mas na prática, depende de cultura, decisões cotidianas e abertura para testar novas ideias. Na PepsiCo, iniciativas como o PepsiCo Labs vêm impulsionando essa mentalidade globalmente, conectando a companhia a soluções do ecossistema. O que significa, na sua visão, inovar em um negócio tão complexo quanto o de alimentos e bebidas? E como essa lógica tem se consolidado na operação brasileira?
2. Segundo a McKinsey, o uso de inteligência artificial nas organizações saltou de 55% em 2023 para 78% em 2024, um avanço que mostra como a tecnologia vem ganhando espaço nas decisões estratégicas e operacionais. Como você enxerga o papel da IA no processo de inovação? E como a PepsiCo tem incorporado essa tecnologia nas operações do Brasil e do Cone Sul?
3. Na PepsiCo, temas como ESG, diversidade e inclusão ocupam um lugar central na estratégia — não apenas como compromissos sociais, mas como elementos que impulsionam inovação e competitividade. Como essa visão tem orientado o trabalho de vocês? Pode compartilhar algum exemplo de como esses pilares têm contribuído para gerar valor no negócio?
4. Você costuma destacar que a liderança precisa estar presente nas decisões do dia a dia, especialmente em momentos de transição ou construção de algo novo. Em um cenário que exige transformação constante, o que diferencia, na sua visão, uma liderança inovadora? E qual tem sido o seu papel nesse processo dentro da PepsiCo?
5. Olhando para os próximos anos, o que está no seu radar como líder de uma das maiores operações da PepsiCo no mundo? Pensando tanto no ecossistema de inovação local quanto na própria companhia, quais movimentos você acredita que vão moldar o futuro do setor de alimentos e bebidas no Brasil e na América do Sul?